A verdadeira Páscoa
Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.1 Coríntios 5:7
Até Jesus aparecer, a Páscoa era comemorada pelos hebreus para lembrarem de sua saída do Egito em que foram escravos por 400 anos. Moisés, criado pela filha de faraó, liderou a libertação dessa escravidão, após as dez pragas do Antigo Egito, as quais Deus mandou para mostrar seu poder aos egípcios. Na última praga, a morte de todos os primogênitos, para que os hebreus escapassem dela, teriam que aspergir o sangue de um cordeiro em suas portas, evitando assim que a morte entrasse em suas casas. Esta é páscoa judaica, a comemoração da saída do Egito.
Agora com a vinda de Jesus esta data tomou outra forma para os cristãos, que comemoram a ressurreição de Jesus ao terceiro dia! Nesta última ceia, em que Jesus passou junto de seus discípulos, Ele não fez como nas demais comemorações anteriores, mas disse que o pão e o vinho, eram seu corpo e seu sangue! Por isso Paulo escreveu em sua carta aos Coríntios, "Cristo nossa páscoa". Jesus estava preparando seus discípulos para os acontecimentos que viriam após esta data tão importante no calendário judaico, pois iria morrer na cruz, e seria o sacrifício perfeito, para o resgate de todos nós os que viriamos após Ele. A cultura ocidental tenta com a estória dos ovos de chocolate e coelhos, tirar um pouco o foco do que realmente a Páscoa é e deve ser tratada. Assim como o papai noel e os presentes que são trocados, atrapalham o foco do verdadeiro Natal, que significa comemorar o nascimento de Jesus.
Nesta Páscoa, lembremos como disse Paulo, de que Jesus sacrificou-se por nós e ressuscitou ao terceiro dia, e vivo está á direita do Pai, para interceder por nós e nos dar a vida eterna, para todos os que acreditarem nesse sacrifício perfeito e suficiente perante Deus.
Até Jesus aparecer, a Páscoa era comemorada pelos hebreus para lembrarem de sua saída do Egito em que foram escravos por 400 anos. Moisés, criado pela filha de faraó, liderou a libertação dessa escravidão, após as dez pragas do Antigo Egito, as quais Deus mandou para mostrar seu poder aos egípcios. Na última praga, a morte de todos os primogênitos, para que os hebreus escapassem dela, teriam que aspergir o sangue de um cordeiro em suas portas, evitando assim que a morte entrasse em suas casas. Esta é páscoa judaica, a comemoração da saída do Egito.
Agora com a vinda de Jesus esta data tomou outra forma para os cristãos, que comemoram a ressurreição de Jesus ao terceiro dia! Nesta última ceia, em que Jesus passou junto de seus discípulos, Ele não fez como nas demais comemorações anteriores, mas disse que o pão e o vinho, eram seu corpo e seu sangue! Por isso Paulo escreveu em sua carta aos Coríntios, "Cristo nossa páscoa". Jesus estava preparando seus discípulos para os acontecimentos que viriam após esta data tão importante no calendário judaico, pois iria morrer na cruz, e seria o sacrifício perfeito, para o resgate de todos nós os que viriamos após Ele. A cultura ocidental tenta com a estória dos ovos de chocolate e coelhos, tirar um pouco o foco do que realmente a Páscoa é e deve ser tratada. Assim como o papai noel e os presentes que são trocados, atrapalham o foco do verdadeiro Natal, que significa comemorar o nascimento de Jesus.
Nesta Páscoa, lembremos como disse Paulo, de que Jesus sacrificou-se por nós e ressuscitou ao terceiro dia, e vivo está á direita do Pai, para interceder por nós e nos dar a vida eterna, para todos os que acreditarem nesse sacrifício perfeito e suficiente perante Deus.
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